Perceber padrões
Olhar com curiosidade para ideias e histórias que influenciam decisões e sentimentos.
Uma abordagem meditativa que propõe explorar crenças, perceber padrões e abrir espaço para novas perspectivas — sempre com escuta e acolhimento.
O ThetaHealing é uma prática de autoconhecimento desenvolvida por Vianna Stibal. Combina meditação guiada, atenção às crenças pessoais e diálogo sobre emoções, escolhas e experiências.
No atendimento, Adriana conduz uma conversa cuidadosa para que você possa reconhecer padrões que deseja compreender ou ressignificar. Não é preciso chegar com respostas prontas — o processo começa pelo que faz sentido para você.

Olhar com curiosidade para ideias e histórias que influenciam decisões e sentimentos.
Abrir um intervalo na rotina para escutar a si mesma ou a si mesmo com mais atenção.
Refletir sobre novas formas de interpretar situações e fazer escolhas.
Conversamos sobre sua intenção para o encontro, sem pressa e sem julgamentos.
Por meio de perguntas e práticas meditativas, exploramos crenças, percepções e significados.
Você organiza o que surgiu e identifica reflexões que gostaria de levar para o cotidiano.
Theta é o nome dado a uma faixa de atividade elétrica cerebral, em geral de 4 a 8 Hz, que pode ser observada em exames como o EEG e aparece em diferentes estados, inclusive momentos de sonolência e algumas práticas meditativas. A existência dessas ondas não comprova, por si só, as alegações terapêuticas do ThetaHealing.
No Museu de Ciência e Tecnologia da PUC/RS, em Porto Alegre, a experiência interativa ZEN permite observar sinais relacionados ao estado de atenção ou relaxamento durante uma atividade. É uma curiosidade sobre o cérebro, não uma validação clínica do ThetaHealing.
Cada experiência é individual. Estas respostas ajudam a orientar sua decisão.
Não. O encontro pode ser vivido como um espaço de reflexão e autoconhecimento, respeitando suas crenças e seus limites.
Não. A conversa inicial também ajuda a identificar o tema que merece atenção naquele momento.
Não. Trata-se de uma prática complementar de autoconhecimento e não substitui avaliação, diagnóstico ou tratamento com profissionais de saúde.
Converse com Adriana para tirar dúvidas e descobrir se essa abordagem combina com o seu momento.